Adjuvante Sintético – Pesquisas que atestam a eficácia dos produtos Inquima

Adjuvantes Inquima

A INQUIMA mantém parcerias perenes com universidades e fundações de pesquisas, com o objetivo de avaliar e aprovar seus produtos. É uma maneira confiável e validada de garantir a qualidade e a eficácia do seu portfólio.

Confira algumas pesquisas realizadas por instituições conceituadas, que atestaram a eficácia dos adjuvantes em seus experimentos.

Fundação AGRÁRIA de Pesquisas Agropecuárias/FAPA

Pesquisador: Dr. Vítor Spader
Trabalho: Manejo de Azevém e Buva.

Produto Estudado: Adjuvante TA35 , U10

 

“Na tentativa de facilitar o manejo e de reduzir os custos com operações de pulverização, alguns agricultores tem realizado associações de herbicidas e adjuvantes, muitas vezes inadequadas, resultando em baixa eficácia de controle. A fim de posicionar adequadamente ativos e adjuvantes, a FAPA realizou um experimento abrangente, não evidenciando diferenças significativas quanto à eficiência de controle de azevém e de buva, resistentes ao glyphosate, com a utilização dos diferentes adjuvantes sintéticos nas caldas de herbicidas e de graminicidas: TA35U10. Foi comprovado que não é necessária a utilização de ajuvantes a base de óleo mineral, e nem a mistura destes com os produtos avaliados. Isso permite afirmar que é possível utilizar qualquer um dos adjuvantes sintéticos acima, isoladamente, melhorando a logística, mantendo à eficácia e reduzindo os custos das aplicações, para o controle de azevém e de buva, resistentes ou, suscetíveis ao glyphosate.”

Site: FAPA

Universidade Estadual de Ponta Grossa/UEPG

Pesquisador: Dr. Luiz Cláudio Garcia

Produto Estudado: Adjuvante TA35

 

“O TA35 pode ser usado como alternativa ao óleo ou, em conjunto, na aplicação de Fungicida no Trigo, com vantagens interessantes. Ocorreram ganhos em produtividade e no controle das doenças.”

Site: UEPG

Universidade Estadual Paulista/UNESP

Pesquisador: Prof. Dr. Ulisses Antuniassi
Pesquisa: Controle de deriva, com diferentes Ativos

Produto Estudado: Adjuvante TA35 , Adjuvante Intec

 

“De maneira geral, nos Fungicidas, nas aplicações com ponta XR a substituição parcial ou, total dos óleos mineral e vegetal, pelos adjuvantes-surfatantes TA35 e InTec, resultaram em potencial de cobertura. Deverão proporcionar melhor desempenho no que se refere à proteção das folhas contra os patógenos. No caso das caldas contendo o inseticida, nas pulverizações com as pontas TT e AIXR, a substituição total ou parcial dos óleos pelos adjuvantes-surfatantes TA35 e InTec, apresentaram um comportamento com reflexos na redução do risco de deriva das aplicações. Ou seja,reduziram efetivamente as perdas.”

Site: UNESP

Fundação AGRÁRIA de Pesquisas Agropecuárias/FAPA

Pesquisador: Dr. Heraldo Feksa

Produto Estudado: Adjuvante TA35

 

“Os tratamentos realizados com TA35 superaram sempre as aplicações padrões, com o óleo. A consistência destas informações leva em conta resultados similares obtidos em outros ensaios”.

Site: FAPA

Universidade Estadual Paulista de Botucatu/UNESP

Pesquisador: Dr. Ulisses Antuniassi

Produto Estudado: Adjuvante TA35

 

“Não houve diferença entre os tratamentos padrões e os realizados com TA35 no controle da ferrugem asiática. O TA35 pode substituir – sem nenhum prejuízo – o Óleo Vegetal com a mesma eficiência”.

Site: UNESP

UNESP/Botucatu

Pesquisador: Dr. Edivaldo Velini ( Especialista em Glifosato )

Produto Estudado: U10

 

Dr. Edivaldo Velini, defende o uso de adjuvante específico em conjunto com os DESSECANTES, como ferramenta importante para evitar a concorrência de minerais presentes na água com o princípio ativo do defensivo. Segundo o pesquisador, o glifosato é uma molécula sensível e vulnerável as águas mais “duras”, com pH acima de 4.

O U10 é o produto/adjuvante destinado para este trato cultural.

Site: UNESP

Universidade Estadual de Maringá/UEM

Pesquisador: Dr. Robinson Luiz Contiero e Dr. Jamil Constantim

Produto Estudado: Adjuvante TA35

 

“A utilização do adjuvante TA-35, além de proporcionar a mesma cobertura do que o óleo metilado de soja, permitiu uma economia de 48% de calda (165 L ha x 86 L ha), o que já seria suficiente para sua utilização. O resultado da avaliação da eficiência do fungicida Nativo no controle de Phaeosphaeria Maydis mostrou que a adição do adjuvante TA-35 proporcionou eficiência similar ao tratamento padrão (Fungicida + Áureo). Porém é importante salientar que essa mesma eficiência foi obtida com metade do volume de calda aplicado. Com o uso do adjuvante é possível reduzir o tamanho das gotas, o que pode proporcionar maior e melhor cobertura e, principalmente, penetração da calda nas partes internas da planta. Garantindo assim um controle mais uniforme e eficiente, principalmente quando se fala em fungicidas que precisam de uma boa cobertura foliar. E também de inseticidas, para o controle de pragas, mais difíceis de alcançar como a lagarta falsa medideira na cultura da soja. ”

Site: UEM

Coleta dos Depoimentos: Jeferson Luiz Rezende ( RTV Inquima )

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